Saltar para: Post [1], Comentar [2], Pesquisa e Arquivos [3]

Escritos Dispersos

"Todos começamos por ser crianças." "Com tempo, perseverança e esperança, tudo se alcança." À minha mulher e às nossas filhas.

Escritos Dispersos

"Todos começamos por ser crianças." "Com tempo, perseverança e esperança, tudo se alcança." À minha mulher e às nossas filhas.

Ajudar a Crescer Ser... auxiliemos as crianças da "Casa do Parque"...com a sua ajuda cada criança pode ter umas festas diferentes!

 

 

 

O NATAL DAS CRIANÇAS acolhidas na Crescer Ser

 

Para realizarem quaisquer donativos - roupas, brinquedos (a prenda de Natal para uma criança), géneros alimentares, produtos de higiene (fraldas, toalhitas, shampoo, cremes...) ... - e em caso de dúvida, podem contactar a Casa do Parque – 214 167 650 / 8 ou 214 177 340 .

 

Para enviarem um Cheque (à ordem de APDMF - Casa do Parque) ou numerário podem fazê-lo para: Estrada de São Marçal, n.º 9, Outurela/Portela 2790-149 CARNAXIDE.

 

Poderão ainda realizar tranferência bancária para o seguinte NIB: 0035 0209 0000 5577 5300 5 .

 

Aos Vossos donativos devem juntar os dados pessoais (nome, n.º de contribuinte, contacto telefónico e morada) para que lhes possam enviar o respectivo recibo.

 

Centro de Acolhimento Temporário "Casa do Parque”...

 

Crescer Ser - Associação Portuguesa para o Direito dos Menores e da Família

 

Morada: Estrada de São Marçal, n.º 9

 

Outurela/ Portela

 

2790-149 CARNAXIDE

 

Telefones: +351 214 167 650; +351 214 177 340

 

Fax: +351 214 167 659

 

E-mail: cat.casa.parque@gmail.com

 

Site: www.crescerser.org

 

Horário de funcionamento: 24 Horas/dia

 

Serviço: Acolhimento temporário de crianças em risco

 

A Crescer Ser - Associação Portuguesa para o Direito dos Menores e da Família (APDMF) é uma Instituição Particular de Solidariedade Social, inscrita com o n.º 48/89 no livro n.º 3 das Associações de Solidariedade Social, em 17/11/86. Assim, a Associação tem já em funcionamento 7 centros de Acolhimento, sendo um destes centros - O Centro de Acolhimento Temporário “Casa do Parque”.

 

O Centro de Acolhimento Casa do Parque nasceu do desejo, por parte da Crescer Ser - Associação Portuguesa para o Direito dos Menores e da Família ( APDMF), de responder à necessidade premente de apoio seguro a um maior número de crianças em diversas situações de risco social grave. A sensibilidade e o manifesto interesse do Presidente da Câmara de Oeiras por esta problemática possibilitou a cedência de um espaço adequado à instalação de um Centro de Acolhimento, custeou as obras interiores de adaptação desse espaço e comparticipou as despesas de instalação. O Centro Regional de Segurança Social de Lisboa, reconhecendo a importância social do projecto, propiciou rapidamente um acordo com a APDMF, acordo que vai permitir custear boa parte das despesas com o seu funcionamento e garantir o apoio técnico e a estreita colaboração da delegação de Oeiras do CRSS que tem vindo a acompanhar e apoiar o projecto.

 

Assim, em 1989 surge a primeira Casa de Acolhimento Temporário com lotação para 10 crianças com idades compreendidas entre os 0 e os 10 anos de idade, um apartamento do Bugio, situado no rés-do–chão de um edifício da habitação social cedido pela Câmara Municipal de Oeiras.

 

Em 1987 a Casa do Bugio mudou de instalações, passando a ocupar uma casa térrea construída de raiz pela Câmara Municipal de Oeiras, rodeada de espaços verdes, reunindo todas as condições para um acolhimento de qualidade. Com a mudança de instalações a casa alterou também o seu nome passando agora a chamar-se Casa do Parque e a ter lotação para 14 crianças, desde os primeiros dias de vida até aos 12 anos de idade.

 

O acolhimento destas crianças, deve ser provisório apenas pelo tempo indispensável ao estudo interdisciplinar nas vertentes médica, psicológica, social, jurídica e educacional de cada criança levando à elaboração de um projecto de vida e ao seu encaminhamento seguro. Este encaminhamento pode ser: o regresso à família biológica e/ou alargada, a inserção numa família de adopção ou de acolhimento e a admissão em instituição que assegure um acompanhamento individual.

 

Sempre que possível, o Projecto de Vida deve contemplar a promoção dos recursos da família nuclear e/ou alargada, no sentido da reintegração familiar das crianças. Quando este não é possível o projecto de vida definido passa pela adopção nacional ou internacional. Apenas quando se esgotam as possibilidades de integração familiar, pretende-se a colocação em instituição que garante o acompanhamento, dinâmico e individualizado.

 

Comentar:

Mais

Se preenchido, o e-mail é usado apenas para notificação de respostas.

Este blog tem comentários moderados.

Este blog optou por gravar os IPs de quem comenta os seus posts.

Subscrever por e-mail

A subscrição é anónima e gera, no máximo, um e-mail por dia.

Links

Seguros

Seguros de Vida Habitação

Reparação de automóveis

Oficinas

Deficientes/PESSOAS com necessidades e/ou dificuldades especiais

Saúde...

SOS Crianças

Serviços de Saúde

VISITAS

VISITAS