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Escritos Dispersos

"Todos começamos por ser crianças." "Com tempo, perseverança e esperança, tudo se alcança." À minha mulher e às nossas filhas.

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Redução do teor de sal no pão...

Lei n.º 75/2009, de 12 de Agosto - Estabelece normas com vista à redução do teor de sal no pão bem como informação na rotulagem de alimentos embalados destinados ao consumo humano.

 

Portugal tem, actualmente, uma das maiores taxas de mortalidade por acidente vascular cerebral (AVC) da Europa, que é cerca do dobro da observada em Espanha e cerca do triplo da verificada em França.

 

A ingestão excessiva de sal pode provocar lesões directas no sistema cardiovascular e também em outros órgãos, associando-se também por esse facto ao aumento do risco de acidentes cardiovasculares e de mortalidade global.

 

O excesso de consumo de sal na alimentação está provadamente associado ao aumento de risco de desenvolvimento e agravamento de hipertensão arterial (HA), a qual está identificada pela comunidade científica como o principal factor de risco cardiovascular modificável, sendo por isso considerado um problema de saúde pública.

 

No nosso país a hipertensão arterial e rigidez arterial (intensificada, designadamente, por diversas condições clínicas, tais como hipertensão arterial, diabetes, aterosclerose, insuficiência renal, tabagismo) constituem um grave problema de saúde pública, não só pelos dados estatísticos comparados, em termos de incidência e prevalência, como pela elevada percentagem de doentes medicados, mas não controlados, e ainda pelas consequências patológicas nos órgãos-alvo, desencadeadoras dos grandes eventos cardio-vasculares, pela redução de esperança de vida dos doentes, assim como pelos elevados custos financeiros e perdas em saúde para o país.

 

A redução da ingestão salina constitui uma medida saudável para a maioria da população afectada que, sem pôr em causa a segurança alimentar, contribui de forma relevante para a redução significativa dos acidentes cardiovasculares, dos acidentes vasculares cerebrais (AVC) e da morbilidade e mortalidade a eles associada.

 

Em Portugal estima-se que a redução da ingestão diária de sal na população portuguesa poderia permitir salvar 2560 vidas por ano (estimativa da Sociedade Portuguesa de Hipertensão), reduzindo a morbilidade (presença de sintomas da doença) e mortalidade (percentagem ou taxa de sobrevivência após diagnóstico da doença).

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